“A mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola a destrói com suas próprias mãos” (Provérbios 14:1).
Tenho refletido bastante sobre o quanto é difícil para uma mulher cristã manter seu lar estruturado dentro da sabedoria que a Bíblia determina, especialmente quando o seu companheiro não caminha juntamente com ela em busca da santificação. Por isso, hoje quero escrever diretamente para essas esposas que passam por sérias dificuldades com o marido, o qual, por um motivo ou outro, deixou-se oprimir por satanás e seus anjos. Maridos que não valorizam como deveriam suas companheiras, casamento e filhos. Trazer estes maridos para um estágio agradável de vida é uma missão que requer, como o versículo de abertura bem expressa, extrema sabedoria.
E por quais caminhos vai essa sabedoria?
1) A mulher sábia é uma intercessora fiel – Sabendo que não é por força humana que se destrói o mal, mas com oração e jejum, a mulher sábia não se cansa e não desiste jamais de orar pelo seu marido. Essa é uma qualidade indispensável. Vida de oração. Não adianta agir com astúcia humana, como por exemplo: destruir garrafas de cerveja; esconder a sua carteira; tirar-lhe o dinheiro para que ele não possa mais se embriagar, fumar, prostituir-se ou jogar. Isso seria, para os olhos do marido opresso, um tipo de provocação. E quanto mais ele se sentir provocado mais vai querer seguir por caminhos errados. E eis aqui uma característica de muitos maridos: ele não aceita, em hipótese alguma, ainda que reconheça seu erro, ver a sua autoridade de marido ameaçada. Desviado ou não, ele é o comandante do lar, o regente dessa orquestra.Quando a mulher toma alguma atitude, ainda que com intenções de fazer o bem para o marido, ela, assim, ocupa um trabalhar que deveria ser exclusivamente de DEUS. Conselhos cristãos são fundamentais. Mas eles precisam ser ditos no tempo certo, com muito amor e sabedoria. Em síntese, a mulher sábia não se precipita ao trabalhar de DEUS. Ela confia plenamente no seu Senhor. Afinal, se DEUS não restaurar um marido opresso, a mulher o restaurará?
2) A mulher sábia é sempre amorosa – Paciência, amor, fé, perseverança. Esses são ingredientes fundamentais para o equilíbrio de uma boa relação. Conhecer os limites do marido.Aprendi na vida que o mal não se paga com o mal. A Bíblia nos ensina que o mal é destruído com o bem, com as virtudes do verdadeiro amor. São essas virtudes que devemos exercitar dia-a-dia, principalmente, quando nos encontramos em situações adversas dentro do lar. A opressão do marido é destruída com o exercício do amor da esposa.Certa vez, comentei com o meu marido que o amor e o zelo que ele tem por mim, tem feito DEUS me aperfeiçoar em minha vida como esposa. Os males que sobrevoam a minha vida logo são frustrados, porque o grande amor que o meu marido demonstra, constrange-me a não decepcioná-lo; em ser uma esposa mais exemplar para ele. Confesso que tenho tentado.
3) A mulher sábia não se deixa levar por conversas de terceiros – Qual outra verdade na Bíblia elimina a ação do mal senão orar, orar e orar? Quais argumentos racionais, humanos, por mais verdadeiros que pareçam, podem ser mais fortes que uma vida de oração? Às vezes surgem parentes, amigos, conhecidos, com intenções de ajudar a esposa, “abrir seus olhos para uma realidade”, e dizem onde ele estava, com quem estava, o que estava fazendo. Se possível levam até “provas concretas”. Eu digo o seguinte às esposas: não dêem ouvidos a pessoas com essas atitudes. Quem é de DEUS não procura alimentar a discórdia no coração humano e nem agir no lugar do Espírito Santo. Será que DEUS é limitado a ponto de não poder mostrar o verdadeiro caminho a sua serva? É preciso que o homem vá e cochiche aos ouvidos do outro? (Medite em Romanos 8:33-34). Certos tipos de conversa só alimentam angústia, ódio, desejo de vingança, de separação, por uma pessoa que está aprisionada por satanás e seus anjos. A mulher sábia conhece o DEUS A quem serve e o Poder que ELE tem para fazer o impossível. A mulher sábia confia na Fidelidade do seu DEUS e em Sua Justiça e não se deixa guiar por palavras ou pensamentos maldosos. Ela simplesmente ora, ora e ora.
4) A mulher sábia crê que DEUS está no controle de sua família – Por isso não desiste nunca de lutar nem pela sua casa, nem pela vida dos seus filhos nem pela vida do seu marido. Ela sabe que a Justiça de DEUS não é como a justiça dos homens e que a Justiça Divina não tarda e nem falha, mas vem com providência na hora certa. A mulher sábia foi ensinada pelo Espírito Santo que DEUS não olha para o exterior como faz o homem, mas para o coração. Só DEUS conhece o coração e a realidade integral de cada marido: aquele que deseja verdadeiramente agradar a sua esposa, embora muitas vezes não consiga; e aquele que sente prazer deliberado nos erros que comete. DEUS conhecia o coração de Saul como também conhecia o coração de Davi. A mulher sábia sabe que as lutas servem para o aperfeiçoamento do casal no mundo espiritual e, por isso, nunca perde as esperanças, porque a sua perfeita esperança está no Senhor JESUS. Enfim, a mulher sábia crê que DEUS está e sempre estará no controle de suas decisões, para isso estas precisam estar amparadas na Santa Palavra.
Dessa forma, não seja como muitas esposas que colecionam fracassos na vida e não sabem ao certo as razões. Se você, esposa, logo percebe que seu marido não está bem espiritualmente, derrame-se em oração pela vida dele. Melhor amor é este, aquele não precisamos dizer, mas demonstrar. Deus a abençoe!!!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Triplice alianca" Casamento"
Um casamento cristão não é aquele no qual dois cristãos
simplesmente se casam!
Isso não faz um casamento cristão.
Um Casamento cristão é aquele onde há unidade,
e cooperação, e submissão, e comprometimento,
e esforço pela compatibilidade.
E essa unidade começa com a graça de Jesus Cristo.
O milagre no casamento cristão começa quando dois corações
procuram o coração de Jesus Cristo,
e quando duas mentes procuram a mente de Jesus Cristo,
a pessoa de Cristo, o propósito de Cristo, e o poder do Espírito Santo.
Quando Jesus Cristo é o Senhor, você olha para a sua esposa
com um novo olhar; e com nova compreensao,
mesmo que ele não seja fiel à Palavra…
Veja o casamento com uma nova esperança,e o futuro com uma nova fé.
A mulher cristã santifica o marido que não o é, e vice-versa .
1Cor-7:14
O casamento não é uma instituição social destinada simplesmente ao homem e, portanto, por ele imaginada. É divina. Teve seu começo não na sociedade mas na ordenança de Deus. No início do livro de Gênesis, Deus disse: "Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea" (2:18). O casamento teve seu começo na mente de Deus que o instituiu. Deus fez Adão cair num profundo sono; enquanto dormia, ele tomou uma das costelas do homem e fechou o lugar com carne. Estava formada uma esposa para o homem. "Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gênesis 2:24). Pelo casamento Deus une marido e mulher numa união inseparável, indissolúvel. Os dois se tornam uma só carne. Com o mandamento concernente ao matrimônio, Deus protege-o de violação e também contra a sua dissolução.
O casamento foi instituído, antes de tudo, por motivos de ordem pessoal. Ao criar o homem e a mulher, Deus dotou-os de apetites físicos. Esses apetites de origem divina foram uma bênção conferida à humanidade. Foram dados não só para a procriação mas também para gozo físico e emocional. Eram uma bênção que o Criador destinava especificamente para benefício da criatura. Isto está bem claro em Hebreus 13:4, onde o autor da carta escreveu que o casamento é digno de honra entre todos e a relação matrimonial seja sem mácula. Paulo, escrevendo aos coríntios, amplia o assunto, e reconhece a necessidade física do marido assim como da esposa. Deus proveu para esta necessidade: "Por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa e cada uma o seu próprio marido" (1 Coríntios 7:2). A solução divina para o problema do desejo físico não é abstinência ou controle, mas casamento. Por isso Paulo instruiu cada homem a ter sua própria esposa e cada mulher o seu próprio marido. Neste vínculo, cada um tem responsabilidade para com o outro no domínio físico que o apóstolo traçou tão claramente em 1 Coríntios 7:3-5. Ele reconheceu a necessidade e mostrou a solução divina.
O casamento também foi instituído para benefícios sociais. A sociedade fundamenta-se não no indivíduo mas na família. Para que não haja esfacelamento total da sociedade, Deus protege o matrimônio como instituição divina, de sorte que a sociedade não dê margem à corrupção que, inevitavelmente, deve surgir e à dissolução que resulta quando se destrói a menor unidade da sociedade.
Alicerces Para "Um casamento Feliz"
As três pedras fundamentais desse alicerce:
Existem muitos casamentos que começam com uma belíssima cerimônia religiosa, e tudo parece muito promissor.
O Casal se sente bastante feliz, na expectativa de uma vida a dois cheia de alegrias. Mas pouco depois passam a sentir o "peso" do relacionamento, e rachaduras surgem aqui e ali. É aí então que muitos desabam. Quando Deus instituiu o casamento desejava que ele fosse um bom relacionamento. A vontade dele é que o casamento vá melhorando mais e mais e seja muito bom. Mas para que isso aconteça, é preciso que ele seja edificado sobre um alicerce sólido. E Deus revela na Bíblia que esse alicerce é constituído de três pedras fundamentais.
A primeira pedra que deve estar presente no casamento é o fato de que
a idéia de casamento vem de Deus
A Bíblia ensina isso com clareza
Gênesis 2.21-24, "21 Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou-lhe, então, uma das costelas, e fechou a carne em seu lugar; 22 e da costela que o senhor Deus lhe tomara, formou a mulher e a trouxe ao homem. 23 Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. 24 Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne".
Mateus 19.4-6, "4 Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez desde o princípio homem e mulher, 5 e que ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? 6 Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem".
Efésios 5.31, "Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne".
Infelizmente, ao realizar-se uma cerimônia de casamento, toda atenção é dirigida para aspectos supérfluos, e o resultado é que acabamos perdendo de vista a verdadeira razão do matrimônio. A verdade é que o casamento não é instituição humana; foi instituído por Deus, para atender a seus propósitos. O casamento deve ser centralizado em Deus.
Atendemos para a advertência que Deus faz em 1 Pedro 3.7 – "Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações".
Uma das razões por que não recebemos respostas de oração é que nem sempre tudo está correto no relacionamento com nosso cônjuge. Deus não quer que comparemos nosso relacionamento com o de outros casais, para vermos se está certo; o próprio Senhor Jesus é o padrão de aferição, conforme Efésios 5.25-27 – "25 Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, 26 a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, 27 para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível". O relacionamento deve ser semelhante ao que existe na Trindade.
Deus não avalia um casamento baseando-se nos ganhos materiais do casal, nem em seu status social, mas sim no crescimento espiritual. O marido e a mulher são responsáveis perante Deus pela maneira que conduzem sua relação a dois. Ele dirige a cada um de nós a seguinte pergunta: "Você sente que está mais semelhante a Jesus hoje por ser casado do que estaria se não o fosse?"
A segunda pedra fundamental que deve estar no alicerce do casamento é consciência da Vontade de Deus.
Se perguntássemos a todas as pessoas casadas: "Por que você se casou?" Essa pergunta teria apenas duas respostas. A mais sincera seria: "Eu me casei porque quis". Vi nessa moça (ou rapaz) alguma coisa que me agradou. Tinha alguns desejos - emocionais, físicos e sociais - muito intensos, e ela (ou ele) parecia a pessoa mais adequada para satisfazê-los. Por isso me casei."
Paulo afirma que essa é a razão por que os gentios se casam. O motivo da união tem origem neles mesmos. O casamento que é baseado em nossa própria vontade é como uma nota falsa. Parece com a verdadeira mas um bom conhecedor vê logo que se trata de uma falsificação. É por isso que muitos deles acabam falindo. O amor humano se exaure rapidamente. Depois nem o desejo sexual, nem o status social são suficientes para sustentar a relação, e afinal o casal tem que reconhecer que o casamento não vai bem. Alguns terminam em separação; outros vão se agüentando até quando podem. Mas tais casamentos não passam de arremedos do verdadeiro. É que houve ali uma tentativa de se criar, pela vontade do casal, algo que só Deus pode criar.
Porém a melhor resposta seria: "Casei-me porque senti que era essa a vontade de Deus". Isso é um casamento cristão. Um casamento não é cristão apenas pelo fato de ter sido oficializado numa igreja; mas o é porque se originou no coração de Deus. O casal se une para obedecer a vontade de Deus. O casamento cristão começa no momento em que duas pessoas reconhecem que Deus escolheu uma para a outra. Deus une um casal em matrimônio não para satisfazer o desejo do coração deles, mas para realizar o desejo do seu próprio. Só o amor de Deus é capaz de sustentar um bom casamento. E ele nasce quando reconhecemos que nosso casamento é da vontade de Deus, que foi Deus que nos escolheu um para o outro, e nos casamos em obediência à vontade Dele.
A terceira pedra fundamental de um casamento cristão é o reconhecimento de que fizemos um pacto de vivermos juntos.
Quem está pensando em se casar, deve pensar nisso seriamente. Pois ao recitar os votos matrimoniais ( que todos conhecem ), o casal afirma o seguinte: "Prometo, na sua presença e diante de Deus, que, aconteça o que acontecer, sempre o (a) amarei. Você é lindo (a) hoje, com seu rosto belo, com seu corpo perfeito e no vigor da sua juventude. Mas eu te amarei mesmo quando estiver com 83 anos, com rosto enrugado; mesmo que você fique doente, mesmo que fique aleijado (a) e prostrado (a) num leito. Eu o (a) amo sempre e continuarei a amá-lo (a). A única coisa que poderá nos separar é a morte. Será que amamos nosso cônjuge assim? "Amo-o (a) aconteça o que acontecer". Uma atitude assim confere um forte senso de segurança e de liberdade ao relacionamento conjugal. É imperioso que o casal faça esse juramento na presença de Deus. Essa é a terceira pedra fundamental do alicerce de um casamento cristão.
Está claro agora por que só um casamento cristão pode ser o tipo de casamento que Deus deseja? É que somente o Espírito Santo pode produzir essa espécie de amor em nossos corações.
Se você já é casado, e o seu casamento não está assim, então ore agora: "Pai, confesso que nosso casamento não é como queres que ele seja. Não tenho esse tipo de amor". Arrependa-se dos pecados que Deus te revelar, e peça ao Espírito Santo para inundar o seu coração de amor. Ele com certeza irá revolucionar o seu relacionamento conjugal, fazendo dele um bom casamento, como o Senhor deseja que seja - algo de muito belo na presença d'Ele.
simplesmente se casam!
Isso não faz um casamento cristão.
Um Casamento cristão é aquele onde há unidade,
e cooperação, e submissão, e comprometimento,
e esforço pela compatibilidade.
E essa unidade começa com a graça de Jesus Cristo.
O milagre no casamento cristão começa quando dois corações
procuram o coração de Jesus Cristo,
e quando duas mentes procuram a mente de Jesus Cristo,
a pessoa de Cristo, o propósito de Cristo, e o poder do Espírito Santo.
Quando Jesus Cristo é o Senhor, você olha para a sua esposa
com um novo olhar; e com nova compreensao,
mesmo que ele não seja fiel à Palavra…
Veja o casamento com uma nova esperança,e o futuro com uma nova fé.
A mulher cristã santifica o marido que não o é, e vice-versa .
1Cor-7:14
O casamento não é uma instituição social destinada simplesmente ao homem e, portanto, por ele imaginada. É divina. Teve seu começo não na sociedade mas na ordenança de Deus. No início do livro de Gênesis, Deus disse: "Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea" (2:18). O casamento teve seu começo na mente de Deus que o instituiu. Deus fez Adão cair num profundo sono; enquanto dormia, ele tomou uma das costelas do homem e fechou o lugar com carne. Estava formada uma esposa para o homem. "Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gênesis 2:24). Pelo casamento Deus une marido e mulher numa união inseparável, indissolúvel. Os dois se tornam uma só carne. Com o mandamento concernente ao matrimônio, Deus protege-o de violação e também contra a sua dissolução.
O casamento foi instituído, antes de tudo, por motivos de ordem pessoal. Ao criar o homem e a mulher, Deus dotou-os de apetites físicos. Esses apetites de origem divina foram uma bênção conferida à humanidade. Foram dados não só para a procriação mas também para gozo físico e emocional. Eram uma bênção que o Criador destinava especificamente para benefício da criatura. Isto está bem claro em Hebreus 13:4, onde o autor da carta escreveu que o casamento é digno de honra entre todos e a relação matrimonial seja sem mácula. Paulo, escrevendo aos coríntios, amplia o assunto, e reconhece a necessidade física do marido assim como da esposa. Deus proveu para esta necessidade: "Por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa e cada uma o seu próprio marido" (1 Coríntios 7:2). A solução divina para o problema do desejo físico não é abstinência ou controle, mas casamento. Por isso Paulo instruiu cada homem a ter sua própria esposa e cada mulher o seu próprio marido. Neste vínculo, cada um tem responsabilidade para com o outro no domínio físico que o apóstolo traçou tão claramente em 1 Coríntios 7:3-5. Ele reconheceu a necessidade e mostrou a solução divina.
O casamento também foi instituído para benefícios sociais. A sociedade fundamenta-se não no indivíduo mas na família. Para que não haja esfacelamento total da sociedade, Deus protege o matrimônio como instituição divina, de sorte que a sociedade não dê margem à corrupção que, inevitavelmente, deve surgir e à dissolução que resulta quando se destrói a menor unidade da sociedade.
Alicerces Para "Um casamento Feliz"
As três pedras fundamentais desse alicerce:
Existem muitos casamentos que começam com uma belíssima cerimônia religiosa, e tudo parece muito promissor.
O Casal se sente bastante feliz, na expectativa de uma vida a dois cheia de alegrias. Mas pouco depois passam a sentir o "peso" do relacionamento, e rachaduras surgem aqui e ali. É aí então que muitos desabam. Quando Deus instituiu o casamento desejava que ele fosse um bom relacionamento. A vontade dele é que o casamento vá melhorando mais e mais e seja muito bom. Mas para que isso aconteça, é preciso que ele seja edificado sobre um alicerce sólido. E Deus revela na Bíblia que esse alicerce é constituído de três pedras fundamentais.
A primeira pedra que deve estar presente no casamento é o fato de que
a idéia de casamento vem de Deus
A Bíblia ensina isso com clareza
Gênesis 2.21-24, "21 Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou-lhe, então, uma das costelas, e fechou a carne em seu lugar; 22 e da costela que o senhor Deus lhe tomara, formou a mulher e a trouxe ao homem. 23 Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. 24 Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne".
Mateus 19.4-6, "4 Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez desde o princípio homem e mulher, 5 e que ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? 6 Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem".
Efésios 5.31, "Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne".
Infelizmente, ao realizar-se uma cerimônia de casamento, toda atenção é dirigida para aspectos supérfluos, e o resultado é que acabamos perdendo de vista a verdadeira razão do matrimônio. A verdade é que o casamento não é instituição humana; foi instituído por Deus, para atender a seus propósitos. O casamento deve ser centralizado em Deus.
Atendemos para a advertência que Deus faz em 1 Pedro 3.7 – "Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações".
Uma das razões por que não recebemos respostas de oração é que nem sempre tudo está correto no relacionamento com nosso cônjuge. Deus não quer que comparemos nosso relacionamento com o de outros casais, para vermos se está certo; o próprio Senhor Jesus é o padrão de aferição, conforme Efésios 5.25-27 – "25 Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, 26 a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, 27 para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível". O relacionamento deve ser semelhante ao que existe na Trindade.
Deus não avalia um casamento baseando-se nos ganhos materiais do casal, nem em seu status social, mas sim no crescimento espiritual. O marido e a mulher são responsáveis perante Deus pela maneira que conduzem sua relação a dois. Ele dirige a cada um de nós a seguinte pergunta: "Você sente que está mais semelhante a Jesus hoje por ser casado do que estaria se não o fosse?"
A segunda pedra fundamental que deve estar no alicerce do casamento é consciência da Vontade de Deus.
Se perguntássemos a todas as pessoas casadas: "Por que você se casou?" Essa pergunta teria apenas duas respostas. A mais sincera seria: "Eu me casei porque quis". Vi nessa moça (ou rapaz) alguma coisa que me agradou. Tinha alguns desejos - emocionais, físicos e sociais - muito intensos, e ela (ou ele) parecia a pessoa mais adequada para satisfazê-los. Por isso me casei."
Paulo afirma que essa é a razão por que os gentios se casam. O motivo da união tem origem neles mesmos. O casamento que é baseado em nossa própria vontade é como uma nota falsa. Parece com a verdadeira mas um bom conhecedor vê logo que se trata de uma falsificação. É por isso que muitos deles acabam falindo. O amor humano se exaure rapidamente. Depois nem o desejo sexual, nem o status social são suficientes para sustentar a relação, e afinal o casal tem que reconhecer que o casamento não vai bem. Alguns terminam em separação; outros vão se agüentando até quando podem. Mas tais casamentos não passam de arremedos do verdadeiro. É que houve ali uma tentativa de se criar, pela vontade do casal, algo que só Deus pode criar.
Porém a melhor resposta seria: "Casei-me porque senti que era essa a vontade de Deus". Isso é um casamento cristão. Um casamento não é cristão apenas pelo fato de ter sido oficializado numa igreja; mas o é porque se originou no coração de Deus. O casal se une para obedecer a vontade de Deus. O casamento cristão começa no momento em que duas pessoas reconhecem que Deus escolheu uma para a outra. Deus une um casal em matrimônio não para satisfazer o desejo do coração deles, mas para realizar o desejo do seu próprio. Só o amor de Deus é capaz de sustentar um bom casamento. E ele nasce quando reconhecemos que nosso casamento é da vontade de Deus, que foi Deus que nos escolheu um para o outro, e nos casamos em obediência à vontade Dele.
A terceira pedra fundamental de um casamento cristão é o reconhecimento de que fizemos um pacto de vivermos juntos.
Quem está pensando em se casar, deve pensar nisso seriamente. Pois ao recitar os votos matrimoniais ( que todos conhecem ), o casal afirma o seguinte: "Prometo, na sua presença e diante de Deus, que, aconteça o que acontecer, sempre o (a) amarei. Você é lindo (a) hoje, com seu rosto belo, com seu corpo perfeito e no vigor da sua juventude. Mas eu te amarei mesmo quando estiver com 83 anos, com rosto enrugado; mesmo que você fique doente, mesmo que fique aleijado (a) e prostrado (a) num leito. Eu o (a) amo sempre e continuarei a amá-lo (a). A única coisa que poderá nos separar é a morte. Será que amamos nosso cônjuge assim? "Amo-o (a) aconteça o que acontecer". Uma atitude assim confere um forte senso de segurança e de liberdade ao relacionamento conjugal. É imperioso que o casal faça esse juramento na presença de Deus. Essa é a terceira pedra fundamental do alicerce de um casamento cristão.
Está claro agora por que só um casamento cristão pode ser o tipo de casamento que Deus deseja? É que somente o Espírito Santo pode produzir essa espécie de amor em nossos corações.
Se você já é casado, e o seu casamento não está assim, então ore agora: "Pai, confesso que nosso casamento não é como queres que ele seja. Não tenho esse tipo de amor". Arrependa-se dos pecados que Deus te revelar, e peça ao Espírito Santo para inundar o seu coração de amor. Ele com certeza irá revolucionar o seu relacionamento conjugal, fazendo dele um bom casamento, como o Senhor deseja que seja - algo de muito belo na presença d'Ele.
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